
E querer mais, demais que a realidade me pode dar, quero mais do que o meu corpo me pode dar. Quero atingir aquela felicidade, aqueles sorrisos eternos. Não e fácil, sei bem que não. Tenho noção das limitações deste meu sonho que, cada dia que passa, se torna mais utópico.
Mas afinal o que sou eu? Quem sou eu? O pobre ser utópico que anseia a chegada da sociedade ideal.
Da sociedade que não julga as amizades, os amores, os sorrisos, as palavras, a vida pessoal de cada um de nos e de todos ao mesmo tempo.
Gostava de poder ser eu sem medo que me julguem pelos meus actos.
Mas a gente mesquinha. Do que esta gente vive! De comentar a vida dos outros mais nada.
Que inveja! Deixem-me ser feliz à minha maneira.
Dou tudo de mim ao mundo não posso. Não sei que mais posso dar ao mundo, a mim própria.
Apetece-me morrer, deixar para trás todos aqueles meus belos sonhos. Aqueles que me alimentam e me trazem a felicidade e a tristeza. Aqueles que me fazem chorar e sorrir.
O mundo não para, não pode parar.
Vou viver, sempre, cada instante da minha vida, não vou parar. As pessoas que se lixem, quero a minha felicidade e a felicidade das pessoas que me rodeiam, se passar por boatos ou bocas, passo. Alias e uma forma de saber quem esta verdadeiramente comigo.
Vou estar de consciência tranquila. Afinal vou estar feliz.
" E quando o tempo acelera e pede pressa".
Vou-me recusar a viver assim. Afinal sou livre... Totalmente


