domingo, 25 de outubro de 2009
De Regresso
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Que tal nunca mais sair de casa?
É certo e sabido que a gripe A é um novo tema, um novo vírus que anda no ar e que pode provocar a morte, aliás são muitas as pessoas que devido a este graves vírus já faleceram, mas o exagero que se criou à volta dele foi uma extrema estupidez. Abuso por parte dos meios de comunicação que, a todo o custo, tentam arranjar maneira de ganhar ainda mais dinheiro, vender o seu produto a todo o custo. Não será, em parte, “culpa” em parte deles?
Vivemos num meio onde as pessoas são facilmente convencidas pelos slogans, televisões, jornais, tudo serve para alertar as pessoas, muitas vezes em demasia. O facto de este ter sido um tema bastante debatido mundialmente também fez com que as pessoas ainda se convencessem mais de que estamos em altura de pânico. Um PÂNICO GERAL causado pelo exagero.
“Lave frequentemente as mãos com água e sabão; Evite o contacto próximo com pessoas doentes; Se estiver doente: Permaneça em casa, sempre que possível; Se tossir ou espirrar, proteja a boca e o nariz com um lenço de papel de utilização única ou use o antebraço e não as mãos; Para se assoar, use lenços de papel de utilização única e coloque-os, de imediato, no lixo; Lave as mãos com frequência.”
Bem, que eu saiba lavar as mãos frequentemente é uma questão de higiene pessoal, maior parte de aconselhamentos que dão são as regras básicas de higiene. Quando as crianças são pequeninas ensinam-lhe todas as estas coisas, são hábitos, ou deveriam ser, de todos os dias não só em alturas de Gripe.
Neste momento se as pessoas sentem uma pequena dor de cabeça ficam, logo, em casa pois acham que têm Gripe A. Mas, se pensarem de outra maneira, ao sair de casa pode passar um carro e somos atropelados, morremos na mesma. Não será melhor nem sequer sair mais de casa? Mas mesmo em casa, estamos a descer as escadas (e não acredito que esta situação nunca tenha acontecido a ninguém) está a descer uma escada e cai ou escorrega, caímos mal e ficamos paralíticos ou chegamos mesmo a morrer. Não será melhor nem sequer sair de casa? Chegando ao cúmulo da situação, acontece alguma catástrofe na divisão onde estamos, uma parede cai, o tecto, qualquer coisa. Vivendo com este medo não será melhor nem sequer existir?
Qual é então o problema central? Até que ponto os meios de comunicação influenciam a mentalidade das pessoas em relação à saúde, em particular?
A opinião dos meios de comunicação muda a mentalidade das pessoas. É necessário sermos pessoas informadas com conta peso e medida. Se tentarmos saber de mais sobre um determinado assunto, uma determinada doença podemos chegar a um ponto extremo de todas as doenças, tornarmo-nos cleptomaníacos e isso não é bom para ninguém.
Vivemos todos os dias com riscos, se não a vida não faria sentido, seria uma monotonia.
Catarina Queirós
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Parabens Minha Ju
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
O estado tem o dever de assegurar a sobrevivência dos cidadãos
Vou reformular esta frase: Tem o estado que oferecer o rendimento mínimo a todos aqueles que não trabalham mas até o queriam fazer e àqueles que não trabalham e nem sequer o querem fazer?
O estado tem o dever de assegurar a sobrevivência? Sim, criando postos de trabalho, dando mais apoio às empresas, entre outras iniciativas.
Mas convido-vos a pensar agora neste aspecto, estamos numa altura de crise, cada dia, cada semana que passa ou por um motivo ou por outro as pessoas vão para o desemprego. Não deve o estado assegurar a sobrevivência destas pessoas desde que procurem trabalho?
É certo que é sempre mais fácil ficar em casa, sem fazer nada e receber o dinheiro no final do mês… Deverá o estado sustentar, pois o termo é mesmo este, estas pessoas?
Vendo a situação por outro lado. Um cidadão que sempre prestou serviços, sempre trabalhou, por um motivo que o ultrapassa sofre um acidente que o incapacita de fazer o seu trabalho habitual. Não deve o estado assegurar a sobrevivência deste cidadão?
O estado tem o dever de assegurar a saúde dos cidadãos; assegurar o cumprimento das necessidades básicas de sobrevivência tal como a alimentação, recurso as condições básicas de higiene e à saúde.
Indirectamente o estado dispõe de outras maneiras de prestar assistência aos seus cidadãos. Segurança, Educação, Saúde, entre tantos outros também eles indispensáveis à sobrevivência.
domingo, 13 de setembro de 2009
... Algo para pensar....
É tão verdade este conjunto de frases que nem sei que acrescentar.
O nosso mundo dá voltas de 360º sem nós estarmos à espera. Porquê lutar contra algo que está destinado a nos acontecer. Deixei-me disso. Se tiver de acontecer, acontece. Se não tiver de acontecer, não acontece. ( Aprendi isso com a minha prima e deixa-me feliz =) ).
A palavra NUNCA é tão forte.
Oh! Como AMO este mundo! Como AMO as pessoas que me rodeiam, os meus pais, as minhas irmãs, os meus amigos, familiares. Não existe nada mais valioso neste mundo que estas pessoas, para mim como é obvio, não quer dizer que seja para todas as pessoas porque ninguém é igual a alguém. Somos irrepetíveis, por mais parecidos que sejamos.
O mundo não gira à minha volta, dá voltas sim mas não é em torno de alguém. não somos o centro do mundo, ninguém é! Vale a pena pensar nisto!...
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Parabens.. Catia.. ^_^
ohhh feia... (menina mais bonita do mundo)
ja la vai mais um ano... e parece que ficas-te mais velha... ja te doem as pernas.... as costas, e os joanetes começam a dar sinais de vida... bem mas o mais importante e desejar-te o melhor... de Tudo.... MERECES tudo....
PArabens.... beijo MT MT MT MT grande.... Beijinhos....
quinta-feira, 25 de junho de 2009
TUDO O QUE EU TE DOU....
Pedro Abrunhosa
Eu não sei,
que mais posso ser
Um dia rei, outro dia sem comer
por vezes forte, coragem de leão
as vezes fraco assim é o coração
eu não sei,
que mais te posso dar
um dia jóias noutro dia o luar
gritos de dor, gritos de prazer
que um homem também chora
quando assim tem de ser
Foram tantas as noites sem dormir
tantos quartos de hotel, amar e partir
promessas perdidas escritas no ar
e logo ali eu sei...
(Que) Tudo o que eu te dou
tu me das a mim
tudo o que eu sonhei
tu serás assim
tudo o que eu te dou
tu me das a mim
e tudo o que eu te dou
Sentado na poltrona,
beijas-me a pele morena
fazes aqueles truques
que aprendeste no cinema
mais peço-te eu,
já me sinto a viajar
para, recomeça,
faz-me acreditar
"Não", dizes tu, e o teu olhar mentiu
enrolados pelo chão no abraço que se viu
é madrugada ou é alucinação
estrelas de mil cores, ecstasy ou paixão
hum, esse odor, traz tanta saudade
mata-me de amor ou da-me liberdade
deixa-me voar, cantar, adormecer
refrão
Jantar de -Turma
Adoro.vos MINHA GENTE...
quinta-feira, 11 de junho de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
A noite....
A noite estava escura, ameaçava um grande temporal, o medo e o pânico entravam pelas casas como os fantasmas pelas mansões assombradas. As pessoas corriam para os seus lares, a luz diminuía lentamente até que, a certa altura, falhou de vez. Ouviram-se gritos oriundos de todos os lados, os mais novos, apavorados, em busca do colo quente dos seus pais, gritavam. Os mais velhos tentavam controlar os seus medos dando as mãos, sorrateiramente, para que as crianças não ficassem ainda mais inquietadas.
Só eu vagueava sozinha pela noite, pressentindo algo de terrível, mas com uma imensa vontade de estar só. Passei por todos os locais habituais, desde a escola, as casas dos meus amigos, pastelarias, cafés, restaurantes a casa dos meus avós, chegando por fim à igreja. Não sabia ao certo o que se passava dentro de mim, apenas sentia um enorme vazio pois nenhum dos locais anteriores me tinha despertado interesse, era como se não os conhecesse.
Pé entre pé entro na igreja e um sentimento apenas, começava a urgir, a insegurança, a incerteza de reconhecer aquele lugar. Observava cada milímetro da igreja sem saber ao certo o que se estava a passar. Vagueei pela igreja até chegar ao coro, meu rico coro. Ao passar lá vi, revi todos os momentos que tinha vivido ali, desde mágoas a alegrias, choros a, principalmente, sorrisos. Começo a reconhecer quem sou.
Ao fundo de mim começo a sentir uma música, a minha preferida, “o Renasce”, deixei-me envolver pela harmonia.
A certo momento o vento intensifica-se, entra pela porta que eu tivera deixado entreaberta, caí redonda no chão, embalada pelo sopro, desmaiei.
Foi nesse preciso momento que Acordei… Tinha acabado de chegar a Coimbra. Vi a torre da universidade, o rio Mondego, a Sé Nova, a baixa de Coimbra.
Tinha sido apenas um pesadelo… Felizmente.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Para Ti...
Passados alguns meses, muitos dias e milhares de horas, sinto que já consigo falar melhor sobre ti, sobre o quanto te vi crescer e sobre a maneira como me ajudas-te a crescer, também.
Tão diferentes e tão iguais…
Quando no início olhei para ti, vi que estava na tua personalidade uma grande pessoa, uma amiga, mas uma verdadeira amiga. Meses passaram e estávamos cada vez mais perto…
A nossa amizade cresceu como uma flor criou raízes, o seu caule e floriu para sempre. As raízes foram construídas com base na lealdade e na sinceridade capazes de superar as provas mais cruéis, o caule cresceu com a ajuda dos contratempos que durante este tempo surgiram. Já passamos por situações bastante cruéis e que nos deram a volta ao coração mas com a força que juntas carregamos tudo conseguimos superar, fazendo disso uma pequena gota de água que nos ajuda a crescer cada vez mais.
Recordo e recordarei para todo o Sempre situações que já passamos juntas… A tocar Viola, a cantar, a nadar, a comer, a beber, em suma a ser Feliz. Contigo esqueço as tristezas e corro em busca da felicidade, do meu sorriso.
Meu deus, como cresci, como tu cresces-te, como a nossa amizade cresceu.
A saudade e um sentimento tão bonito e que nos faz perceber que o segredo para se ser feliz é amar quem nos ama e sentir saudades dessas pessoas. Tantas foram as vezes que me ajudas-te a superar fases com estas palavras, tantos vazios de impaciência que tu preenches-te, com amor e carinho deste-me sempre força para vencer. Para voltar a lutar. Como sinto a Tua falta…
Lembras-te de te dizer que para mim eras uma manita mais velha que sempre me ajudava e do qual eu gostava infinitamente. Pois bem, as palavras faltariam para descrever o quanto gosto de ti e o quanto me fazes falta.
Também sinto necessidade de te dar carinho, atenção, miminhos, pois sei que por baixo da lutadora, da gladiadora está um ser humano carregado de incertezas, de desilusões e, essencialmente, de sentimentos.
Como os nossos lemas se aplicam tão bem a nós como o “Tudo Te Sorrirá Se Tu Sorrires” é tão verdadeira e tão especial… E nunca te esqueças que “O que importa é aquilo que sentimos Não é o que os outros dizem”, somos tão felizes guiadas por estes lemas.
Amiga, és das melhores “coisas” que me aconteceu, és sem duvidas o melhor presente que existe, a nossa amizade nem todo o dinheiro do mundo conseguirá comprar.
Somos únicas juntas.
Vou estar SEMPRE aqui, alguma coisa sabes que estou aqui por ti, Chama, Grita comigo e juntas alcançamos o infinito, Grita comigo, e, aos sete ventos vamos mostrar o quanto somos fortes, Grita comigo e a paz atingiremos, grita comigo e as tristezas abandonaram as nossas cabeças.
Eu sei bem o que tu dizes, Mesmo que às vezes não me fales, Eu sei bem o que tu sentes, Mesmo que tu não partilhes… A teu lado caminharei, junto a ti sempre estive... Como te vejo nesta música, como me vejo nessa música, como nestes momentos atingimos o céu, como isso nos engrandece e enaltece...
Joana traz a voz que eu levo a viola e juntas o mundo conquistamos...
Para todo o SEMPRE
Tua TOLA
CatarinaQueirós
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Cântico Negro
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Como, pois, sereis vós
Ide! Tendes estradas,
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
sexta-feira, 20 de março de 2009
Obrigada por Tudo...
Foi há um ano! Há um ano tive a certeza que eras uma boa pessoa… Comecei a comunicar contigo e numa troca de palavras ficamos amigas…Lembro-me bem daquela tarde que passamos em minha casa. Estavas envergonhada com a minha família toda. Estavas pouco à vontade com a minha família que era enorme. Pois, realmente, estava cá muita gente. Convidei-te para vir a minha casa. Ao princípio disses-te que não, que ia ser uma vergonha, não tinhas nada a ver com a família, apenas eras uma pessoa conhecida. Mal tu sabias o que estava para chegar, a amizade que estava a desabrochar, para ser sincera nem tu, nem eu esperava. Foi no dia 7 de Junho! Há tanto tempo. Recordarei para sempre aquele dia. Tocamos guitarra, contei-te algumas coisas sobre mim e descobri algo mais sobre ti. Nadei, como tu me gostas de ver nadar. E nesse dia atingi a noção de que a nossa amizade ia ser para sempre.
A nossa amizade foi Crescendo, tornou-se cada vez maior, neste momento é “insuportável”… Somos únicas…. Contigo consigo tudo, sem ti não sou nada… Mudas-te a minha vida… Adorei este ano em que nos conhecemos a 99.9999999999999999999% o que falta e o nosso profundo mais profundo íntimo. Sou Feliz com ela…. Estamos bem juntas… Estou “viciada” na nossa amizade… Passamos a vida a tocar viola, tão bem, tão felizes, não sei como conseguimos passar tanto tempo juntas… Acho que e aquele sentimento a quem dão o nome de AMIZADE…
Desde aquele dia, até hoje, já passamos por muitas provas. Tenho a certeza que quase todas fizeram com que eu crescesse, com que ela crescesse também, com que a nossa amizade dilatasse até não poder mais.
Estou feliz, contente, alegre, satisfeita, em suma afortunada com a nossa amizade. Não sei bem os poderes que ela possui mas fazem com que eu fique tranquila ao seu lado… Ao lado dela ninguém me afecta nem me faz mal.
É um anjo para mim pois protege-me quando sabe que estou mal, quando percebe que necessito e quando sabe que por dentro estou a precisar de uns sorrisos, de uns doces. Sabe Sempre o que me dizer, tem sempre uma palavra para me dar, um carinho para oferecer, um colo para chorar. No início toda a gente achou esquisito pois a nossa grande diferença de idades poderia trazer muitas complicações mas depois perceberam que eras uma querida e que se nós estávamos bem, se éramos verdadeiramente amigas irias ser uma fonte de inspiração. Uma estrela guia que me guia rumo ao caminho certo. Que seria de mim naqueles momentos sem ela estar lá ao meu lado… Sempre pronta a puxar a minha auto-estima para cima, sempre pronta a ajudar-me…
A nossa experiência de vida é tão diferente e tão igual ao mesmo tempo, sentimos as mesmas coisas que estou a sentir neste momento, já passaste por muito e partilhou comigo, tal como eu o partilhei com ela. Dá-me muita forca para vencer em certos momentos que deram a volta ao meu coração.
Neste momento ao seu lado vivo feliz, vivo protegida, fico feliz ao seu lado. Conto sempre com ela para Rir, Chorar, Sorrir, Ser Feliz…
Adoro-te E tu sabes isso... <3
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
E' querer demais...

Mas afinal o que sou eu? Quem sou eu? O pobre ser utópico que anseia a chegada da sociedade ideal.
Da sociedade que não julga as amizades, os amores, os sorrisos, as palavras, a vida pessoal de cada um de nos e de todos ao mesmo tempo.
Gostava de poder ser eu sem medo que me julguem pelos meus actos.
Mas a gente mesquinha. Do que esta gente vive! De comentar a vida dos outros mais nada.
Que inveja! Deixem-me ser feliz à minha maneira.
Dou tudo de mim ao mundo não posso. Não sei que mais posso dar ao mundo, a mim própria.
Apetece-me morrer, deixar para trás todos aqueles meus belos sonhos. Aqueles que me alimentam e me trazem a felicidade e a tristeza. Aqueles que me fazem chorar e sorrir.
O mundo não para, não pode parar.
Vou viver, sempre, cada instante da minha vida, não vou parar. As pessoas que se lixem, quero a minha felicidade e a felicidade das pessoas que me rodeiam, se passar por boatos ou bocas, passo. Alias e uma forma de saber quem esta verdadeiramente comigo.
Vou estar de consciência tranquila. Afinal vou estar feliz.
" E quando o tempo acelera e pede pressa".
Vou-me recusar a viver assim. Afinal sou livre... Totalmente
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Lua... olho pra ti....

Fui fechada, num quarto sem fim, tudo está escuro, tenho medo. Medo de mim, medo do mundo, medo de quem me rodeia. Vasculho o meu quarto milímetro a milímetro, mas não sei o que procuro, talvez uma sombra dentro de toda aquela escuridão. Não encontro nada, o meu quarto foi revirado ao contrario, aliás descobrir até descubri, descubri que não conhecia os mistérios do meu quarto. Aflita e se saber o que fazer começo a chorar, as primeiras lágrimas vêm carregadas de sentimentos, angustia, amor, amizade, tristeza, saudade, uma miscelânea de emoções.
Será que há luar? Onde se encontra a minha companheira, mais a minha confidente? Por onde anda ela?
Encontrei um feixe de luz que vinha directo ao meu coração, ara a luz da lua, que estava sempre comigo. Segui-o até a um canto da janela, as lágrimas pararam e passei o resto da noite a olhá-la, a admirá-la.
A lua e mesmo maravilhosa não e??
domingo, 4 de janeiro de 2009
Por onde andam?

