Até este momento o número de pessoas que morreram com a gripe A (H1N1) foi inferior ao número de pessoas que, todos os anos morrem com a chamada gripe sazonal. Porque é que as pessoas criaram uma enorme aversão a esta gripe?
É certo e sabido que a gripe A é um novo tema, um novo vírus que anda no ar e que pode provocar a morte, aliás são muitas as pessoas que devido a este graves vírus já faleceram, mas o exagero que se criou à volta dele foi uma extrema estupidez. Abuso por parte dos meios de comunicação que, a todo o custo, tentam arranjar maneira de ganhar ainda mais dinheiro, vender o seu produto a todo o custo. Não será, em parte, “culpa” em parte deles?
Vivemos num meio onde as pessoas são facilmente convencidas pelos slogans, televisões, jornais, tudo serve para alertar as pessoas, muitas vezes em demasia. O facto de este ter sido um tema bastante debatido mundialmente também fez com que as pessoas ainda se convencessem mais de que estamos em altura de pânico. Um PÂNICO GERAL causado pelo exagero.
“Lave frequentemente as mãos com água e sabão; Evite o contacto próximo com pessoas doentes; Se estiver doente: Permaneça em casa, sempre que possível; Se tossir ou espirrar, proteja a boca e o nariz com um lenço de papel de utilização única ou use o antebraço e não as mãos; Para se assoar, use lenços de papel de utilização única e coloque-os, de imediato, no lixo; Lave as mãos com frequência.”
Bem, que eu saiba lavar as mãos frequentemente é uma questão de higiene pessoal, maior parte de aconselhamentos que dão são as regras básicas de higiene. Quando as crianças são pequeninas ensinam-lhe todas as estas coisas, são hábitos, ou deveriam ser, de todos os dias não só em alturas de Gripe.
Neste momento se as pessoas sentem uma pequena dor de cabeça ficam, logo, em casa pois acham que têm Gripe A. Mas, se pensarem de outra maneira, ao sair de casa pode passar um carro e somos atropelados, morremos na mesma. Não será melhor nem sequer sair mais de casa? Mas mesmo em casa, estamos a descer as escadas (e não acredito que esta situação nunca tenha acontecido a ninguém) está a descer uma escada e cai ou escorrega, caímos mal e ficamos paralíticos ou chegamos mesmo a morrer. Não será melhor nem sequer sair de casa? Chegando ao cúmulo da situação, acontece alguma catástrofe na divisão onde estamos, uma parede cai, o tecto, qualquer coisa. Vivendo com este medo não será melhor nem sequer existir?
Qual é então o problema central? Até que ponto os meios de comunicação influenciam a mentalidade das pessoas em relação à saúde, em particular?
A opinião dos meios de comunicação muda a mentalidade das pessoas. É necessário sermos pessoas informadas com conta peso e medida. Se tentarmos saber de mais sobre um determinado assunto, uma determinada doença podemos chegar a um ponto extremo de todas as doenças, tornarmo-nos cleptomaníacos e isso não é bom para ninguém.
Vivemos todos os dias com riscos, se não a vida não faria sentido, seria uma monotonia.
É certo e sabido que a gripe A é um novo tema, um novo vírus que anda no ar e que pode provocar a morte, aliás são muitas as pessoas que devido a este graves vírus já faleceram, mas o exagero que se criou à volta dele foi uma extrema estupidez. Abuso por parte dos meios de comunicação que, a todo o custo, tentam arranjar maneira de ganhar ainda mais dinheiro, vender o seu produto a todo o custo. Não será, em parte, “culpa” em parte deles?
Vivemos num meio onde as pessoas são facilmente convencidas pelos slogans, televisões, jornais, tudo serve para alertar as pessoas, muitas vezes em demasia. O facto de este ter sido um tema bastante debatido mundialmente também fez com que as pessoas ainda se convencessem mais de que estamos em altura de pânico. Um PÂNICO GERAL causado pelo exagero.
“Lave frequentemente as mãos com água e sabão; Evite o contacto próximo com pessoas doentes; Se estiver doente: Permaneça em casa, sempre que possível; Se tossir ou espirrar, proteja a boca e o nariz com um lenço de papel de utilização única ou use o antebraço e não as mãos; Para se assoar, use lenços de papel de utilização única e coloque-os, de imediato, no lixo; Lave as mãos com frequência.”
Bem, que eu saiba lavar as mãos frequentemente é uma questão de higiene pessoal, maior parte de aconselhamentos que dão são as regras básicas de higiene. Quando as crianças são pequeninas ensinam-lhe todas as estas coisas, são hábitos, ou deveriam ser, de todos os dias não só em alturas de Gripe.
Neste momento se as pessoas sentem uma pequena dor de cabeça ficam, logo, em casa pois acham que têm Gripe A. Mas, se pensarem de outra maneira, ao sair de casa pode passar um carro e somos atropelados, morremos na mesma. Não será melhor nem sequer sair mais de casa? Mas mesmo em casa, estamos a descer as escadas (e não acredito que esta situação nunca tenha acontecido a ninguém) está a descer uma escada e cai ou escorrega, caímos mal e ficamos paralíticos ou chegamos mesmo a morrer. Não será melhor nem sequer sair de casa? Chegando ao cúmulo da situação, acontece alguma catástrofe na divisão onde estamos, uma parede cai, o tecto, qualquer coisa. Vivendo com este medo não será melhor nem sequer existir?
Qual é então o problema central? Até que ponto os meios de comunicação influenciam a mentalidade das pessoas em relação à saúde, em particular?
A opinião dos meios de comunicação muda a mentalidade das pessoas. É necessário sermos pessoas informadas com conta peso e medida. Se tentarmos saber de mais sobre um determinado assunto, uma determinada doença podemos chegar a um ponto extremo de todas as doenças, tornarmo-nos cleptomaníacos e isso não é bom para ninguém.
Vivemos todos os dias com riscos, se não a vida não faria sentido, seria uma monotonia.
Saudaçoes sorridentes
Catarina Queirós
Catarina Queirós
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